Grab a gun and blow the liver
I just wanna walk alone
Shoot her down at dawn and leave her
I’ll still buy my ice-cream cone
I just wanna walk alone
Same old tales and same old stories
Drown the soul in pools of beer
Get a hold of those fool glories
Watch out if the way is clear
Drown the soul in pools of beer
Grab the knife, I’ll kill my brains
For a glass or two of wine
I know how your door complains
When that door is really mine
I just wanna cross the line
I forget to knock and wait for
My turn in the queue
I just wish I had the time to
Listen to you
11/01/2008
19:38
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Soneto.
Reservo-me a liberdade de ler
Constantes esdrúxulas no caminho
Hieróglifos que interpreto sozinho
Por essas madrugadas sem prazer
Decoro as expressões acabrunhadas
Perdidas como foram nos espaços
Feridas que transporto nos meus passos
Atentas aos motivos das pegadas
No turbilhão que em mim se emancipou
Florescem duradouras qualidades
Que rasgam as razões do que não sou
É então que no escuro me discorro
E elevo ao desvario das faculdades
Fragmentos que me doem do que morro
11/01/2008
6:30
Constantes esdrúxulas no caminho
Hieróglifos que interpreto sozinho
Por essas madrugadas sem prazer
Decoro as expressões acabrunhadas
Perdidas como foram nos espaços
Feridas que transporto nos meus passos
Atentas aos motivos das pegadas
No turbilhão que em mim se emancipou
Florescem duradouras qualidades
Que rasgam as razões do que não sou
É então que no escuro me discorro
E elevo ao desvario das faculdades
Fragmentos que me doem do que morro
11/01/2008
6:30
sexta-feira, dezembro 28, 2007
Palavras minhas e tuas...
As palavras que não digo,
Di-las o meu olhar franco;
São como versos em branco,
São duas mãos de um mendigo.
São palavras exclamadas
No rumor dessa presença;
São, no fundo, a recompensa
De tantas noites roubadas.
No perfil do meu desejo
Restam palavras de enleio,
E brotam brados de anseio
P'la maravilha de um beijo.
28/12/2007
22:15
Di-las o meu olhar franco;
São como versos em branco,
São duas mãos de um mendigo.
São palavras exclamadas
No rumor dessa presença;
São, no fundo, a recompensa
De tantas noites roubadas.
No perfil do meu desejo
Restam palavras de enleio,
E brotam brados de anseio
P'la maravilha de um beijo.
28/12/2007
22:15
sábado, dezembro 22, 2007
Turbilhão de ideias...
As ideias são como um turbilhão de água e espuma,
Só que mais difusas,
Menos palpáveis,
Esquivas até de si mesmas.
São como esse turbilhão que o mar anuncia ao mover-se,
Rotina atrás de rotina,
Num momento em que duas rotinas previsíveis se intercalam de um solavanco,
Brusco,
Que eleva a espuma como a mente se confunde de cinzas,
Não por ter ardido,
Simplesmente por ter sonhado dominar turbilhão como o das ideias.
Só eu.
Mas eu não conto...
21/28/2007
21:28
Só que mais difusas,
Menos palpáveis,
Esquivas até de si mesmas.
São como esse turbilhão que o mar anuncia ao mover-se,
Rotina atrás de rotina,
Num momento em que duas rotinas previsíveis se intercalam de um solavanco,
Brusco,
Que eleva a espuma como a mente se confunde de cinzas,
Não por ter ardido,
Simplesmente por ter sonhado dominar turbilhão como o das ideias.
Só eu.
Mas eu não conto...
21/28/2007
21:28
domingo, dezembro 16, 2007
Sonhar contigo...
Sonho
Esvaír-me sem solenidades desta textura matizada,
Padrão enraizado das efemérides da paixão.
Iminência de explosivo,
Autocarro armadilhado na praça do meu instinto...
A inexpugnável demência de possuir a virtude de sonhar
Todas as libertinas alvoradas
Ao lado da tua cativante presença.
16/12/2007
18:37
Esvaír-me sem solenidades desta textura matizada,
Padrão enraizado das efemérides da paixão.
Iminência de explosivo,
Autocarro armadilhado na praça do meu instinto...
A inexpugnável demência de possuir a virtude de sonhar
Todas as libertinas alvoradas
Ao lado da tua cativante presença.
16/12/2007
18:37
sábado, dezembro 15, 2007
Entrelaçados.
Sentir-te é sentir o infinito,
Teia visceral de movimentos perpétuos,
Voláteis aromas de ocasos sublimados,
E a redundância irrepetível e inebriante da eternidade.
Quantas manhãs serão precisas para atingir a omnisciência?
Teia visceral de movimentos perpétuos,
Voláteis aromas de ocasos sublimados,
E a redundância irrepetível e inebriante da eternidade.
Quantas manhãs serão precisas para atingir a omnisciência?
sábado, dezembro 08, 2007
Confissões...
O que tu és em mim
É seres brisa quando eu sou braseiro,
Qual fole que levanta labaredas do que antes não passava do cadáver duma fogueira…
O que tu és de mim
É a vontade de chegar ao outro lado da vontade,
Silogismo eloquente de parquíssimo conteúdo,
Afinal bulício inquieto de um inquieto fascínio.
O que tu és comigo,
Duas galáxias em colisão,
Um buraco negro que é refúgio das nossas fragrâncias,
E a imensidão do tempo que é morada de segredos…
O que eu sou sem ti
É o sopro da madrugada e a solidão de uma água-furtada,
Que nem Deus ousa perturbar quem tão fremente espera,
E a densidade não palpável da saudade que se multiplica…
O que eu e tu somos,
Dois universos tangentes,
Dois fragmentos de alma,
Duas sedes, dois vagares,
Mas uma, uma só viagem…
27/11/2007
1:03
É seres brisa quando eu sou braseiro,
Qual fole que levanta labaredas do que antes não passava do cadáver duma fogueira…
O que tu és de mim
É a vontade de chegar ao outro lado da vontade,
Silogismo eloquente de parquíssimo conteúdo,
Afinal bulício inquieto de um inquieto fascínio.
O que tu és comigo,
Duas galáxias em colisão,
Um buraco negro que é refúgio das nossas fragrâncias,
E a imensidão do tempo que é morada de segredos…
O que eu sou sem ti
É o sopro da madrugada e a solidão de uma água-furtada,
Que nem Deus ousa perturbar quem tão fremente espera,
E a densidade não palpável da saudade que se multiplica…
O que eu e tu somos,
Dois universos tangentes,
Dois fragmentos de alma,
Duas sedes, dois vagares,
Mas uma, uma só viagem…
27/11/2007
1:03
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